Eurogenesis

Eurogenesis
- cidadania italiana -

Quem sou eu

– Saulo Pessato –

Quem sou eu

Formado em Letras pela PUC-Campinas, trabalhei por 15 anos como professor de Literatura e Gramática em diversos colégios de Campinas e região — Objetivo, Anglo, Asther, Bento Quirino, etc. e também como autor de material didático digital  — em roteiros de jogos e de apps educacionais. 

Como escritor, tenho seis livros publicados no Brasil (poesias, contos, crônicas) e um nome relativamente consolidado nas redes sociais — com cerca de 600 mil seguidores no Facebook e Instagram.

Em 2016, após investigar toda a minha genealogia e descobrir-me descendente de italianos imigrantes, mudei-me para a Itália para requerer o meu direito à cidadania. Morei em Rieti [RI] por cerca de seis meses, onde trabalhei como operador social em uma escola para refugiados.

Em junho de 2017, regressei para o Brasil e, em 2022, retornei definitivamente para a Itália, desta vez para Pescara [PE] onde vivo atualmente e administro a Eurogenesis, empresa especializada em cidadania italiana jure sanguinis.

 

Missão

Quando meu pai queria me ensinar algo sobre a vida, gostava de mencionar a alegoria das pedras. Dizia ele que as experiências são como um rio de águas agitadas que devemos atravessar. Há nele partes de águas mais rasas, partes de águas mais fundas, mais tranquilas, mais perigosas... A gente pode escolher arriscar atravessar o desconhecido ou simplesmente ouvir alguém que conhece o caminho das pedras. Minha missão como pessoa que já cruzou o arriscado rio do reconhecimento da cidadania é mostrar aos interessados o seguro caminho das pedras.

Visão

Após quinze anos em sala de aula, aprendi que para educar ou ensinar um olhar é preciso entender o que ele está vendo. Por isso, acho indispensável conhecer como cada pessoa enxerga o próprio processo de busca de seus antepassados para, a partir daí, encontrar a melhor maneira de ajudá-la a encontrá-los.

Valores

Descobrir a história de minha família foi uma emoção tão forte vivida em 2016, que ela agora reverbera na profissão de buscador de documentos. Cada vez que tenho os documentos de alguém em mãos e me preparo para enviá-los, revisito um pouco esse sentimento e acabo enviando também no envelope uma parcela de gratidão por me permitir voltar a senti-lo